Jornalismo participativo

Fazer jornalismo participativo significa colocar o usuário no centro do caminho da informação. Tudo vem de baixo, a informação é criada por quem deve ler as notícias.

O jornalismo participativo (ou jornalismo cidadão) é uma forma de comunicação que parece resumir os sonhos de quem esperava uma relação direta entre os fatos e exposição. Não há filtros, não há profissionalismo.

O que acontece se torna notícia. Está escrevendo um artigo de jornal um trabalho para ligar aqueles que conhecem este campo? Depende, a coleta de fontes e materiais pode ser difícil para quem não está no local. Mas o cidadão está lá.

A pessoa comum pode se tornar jornalista durante o período de tempo necessário para reunir o que é necessário. E as redes sociais fazem o resto.

O termo jornalismo cidadão significa a tendência, impulsionada pelas redes sociais e telefones celulares, de transformar cada cidadão em repórter. Em um jornalista de campo. Uma vez que os leitores eram apenas usuários das notícias, hoje eles se tornam atores e participam da criação do produto. Obviamente, pode parecer um golpe para a profissão jornalística, na realidade, há adaptação e cooperação. O profissional envolve e explora o cidadão de maneira virtuosa.

Ter um enviado em campo a qualquer momento, capaz de tirar fotos e vídeos de boa qualidade, significa ter sempre uma fonte disponível. Obviamente, no entanto, isso significa manter os canais de comunicação abertos a qualquer momento.

O jornalismo cidadão vê o leitor como uma presença ativa no processo de criação de conteúdo. Mas como isso evolui? O conceito por trás do jornalismo participativo é simples: o digital mudou a percepção do tempo.

O cidadão torna-se jornalista e recolhe o material graças ao smartphone. Ter um jornalista em todas as esquinas: isso é jornalismo cidadão, um modelo que explora a difusão horizontal da web e você é social. E isso nos permite estar lá.

A notícia tem duração mínima, torna-se obsoleta em poucas horas. Às vezes minutos. O jogo acontece à margem da navalha e jornalistas na redação devem ser bons em interceptar a propensão do indivíduo para se comunicar, postando fotos e vídeos.