Category: Economia

Donata Meirelles aborda o material que tem revolucionado as produções fashion

Donata Meirelles destaca que, em se tratando do mercado fashion, o uso de materiais diversos é uma realidade cada vez mais vista, tanto na moda praticada nas passarelas, quanto na que se vê nas ruas. Se no passado somente tecidos e couro eram comuns nas coleções, hoje a tecnologia promoveu uma revolução na fabricação das peças. A fibra de carbono, por exemplo, é uma matéria-prima inovadora que tem sido bem aceita nesse meio.

O emprego desse material não é novidade para outros segmentos, tais como o da aviação, o esportivo e o náutico. Na moda, contudo, a fibra de carbono faz sua estreia. Embora possa remeter a algo de grande dureza, suas vantagens consistem no fato de ser algo que apresenta extrema leveza e resistência. Engana-se, porém, quem imagina que o material é somente utilizado em acessórios de moda. Conforme reporta a empresária Donata Meirelles, este também tem sido adotado na criação de novas roupas.

O uso no mundo da moda, no que se refere a este tipo de fibra é recente. Para se ter ideia, um levantamento realizado em 2012, feito pela organização Reinforced, constatou que o material apresentava 23% de seu emprego na construção de turbinas voltadas aos segmentos automobilístico e aeronáutico. A relação com a moda era ainda distante, já que seu emprego ficava limitado à criação voltada aos itens com características esportivas. Vale ressaltar que a pesquisa em questão abordou a utilização da fibra de carbono em todo o mundo.

Uma das primeiras grifes que fizeram uso das peculiaridades desse material foi a italiana Lamborghini. Houve a decisão por parte da administração da empresa de que seria o momento de se lançar algo que empregasse a fibra em questão. A escolha consistiu na criação de uma coleção de bolsas. Apesar do uso considerado pioneiro no ramo da moda, as peças possuíam um caráter artesanal, pois foram confeccionadas todas à mão.

Após a Lamborghini, outra marca decidiu investir em coleções contendo o material. Dessa vez foi a hora da G-Shock. Lembrada em razão da produção de itens que apresentam grande resistência, como relógios, por exemplo, a marca aprimorou suas produções com a matéria-prima. Embora tenha se mantido fiel aos tipos de produtos que costuma desenvolver, o diferencial está no fato da fibra de carbono ter possibilitado aspecto e durabilidade melhores às peças, salienta Donata Meirelles.

Em se tratando da Lamborghini, no que diz respeito à coleção contendo o material, esta foi lançada por meio da feira internacional de Basel. Para o Brasil, espera-se que as novidades da marca estejam disponíveis para a compra até o final de 2019. A grife promete uma variedade de cinco modelos de relógios compostos por fibras de carbono.

Por enquanto, o filão da moda que mais se beneficia com o emprego da fibra é o de relógios, dadas as características que o material consegue conferir a este tipo de produto. Donata Meirelles assinala, contudo, que outras empresas do meio fashion estudam adotar a matéria-prima também em tecidos, já que a leveza obtida é satisfatória para tal propósito.

Donata Meirelles – uma das 40 brasileiras mais poderosas da atualidade segundo a Forbes

A consultora de moda e diretora de estilo Donata Meirelles tem uma grande história com a moda de luxo nacional. Por sua influência no meio, ela figura na lista da Forbes como uma das brasileiras mais poderosas. Continue lendo o post e entenda os motivos para isso.

A lista

A Forbes levantou informações de muitas brasileiras e levou em conta uma série de fatores como sua posição em grandes organizações, visto que elas ergueram outras administram entidades de renome, a capacidade de formar opiniões, inspirar atitudes positiva, seu esforço em trazer mais educação, saúde, justiça e igualdade para o país.

Na ocasião, Donata foi entrevista pela publicação e contou um pouco sobre o início da carreira e o atual trabalho na Vogue Brasil, importante revista de moda. Ao ser questionada como iria comemorar os 30 anos de moda, ela respondeu que não sabia como comemorar e que estava “entrando de cabeça” nos eventos promovidos pela Vogue.

Há pouco mais de seis anos, ela aceitou o pedido da amiga Daniela Falcão para ingressar na revista como diretora de estilo, posto que até então não existia na versão brasileira da revista. Como ela tinha passado um tempo sabático na Daslu e estava repondo as energias, aceitou o desafio.

Sobre a Daslu, boutique de luxo a qual trabalhou por 23 anos, Donata foi enfática dizendo que não foi sócia da empresa, mas sim cliente, depois vendedora e quando o governo do ex-presidente Fernando Collor permitiu importações, passou a decidir quais marcas de roupas estrangeiras seriam vendidas na loja.

Na Vogue, sua missão é proporcionar o olhar da leitora para a publicação. Apesar de não ter formação em comunicação, ela acredita desempenhar bem seu papel de diretora de estilo, em virtude principalmente, dos anos de experiência no mundo da moda.

Nos últimos anos, seu maior desafio foi pensar fora da casinha para conseguir gerar rendimentos por meio da força da marca Vogue. Para isso, vários profissionais desenvolveram uma plataforma de eventos em que percorrem todo o país promovendo ações, seminários e palestras.

Um desses eventos foi um grande sucesso, tanto de público como de receita. Realizado em um grande centro comercial de Goiânia, ação teve um público de mais de 70 mil presentes em apenas um dia. Os comerciantes também aderiram e criaram ações promocionais paralelas. O lucro foi muito bom e só perdeu para a melhor época do ano para os lojistas, o Natal.

Anos de Daslu

Donata Meirelles iniciou sua carreira na moda ainda nova, quando fazia faculdade de Economia. Foi em 1990 quando começou a trabalhar na Daslu como vendedora e conforme ganhava experiência subiu de cargo até diretora geral. Nessa posição, era responsável pelas compras internacionais e por delegar as tarefas de mais de 400 colaboradores.

Foi uma espécie de braço-direito da antiga proprietária da boutique, a empresária Eliana Tranchesi. Juntas viajaram para diferentes partes do mundo para conduzir negócios e participar dos principais desfiles e semanas de moda.

As filhas, Helena Bordon de Donata, Lu e Marcela de Eliana as acompanhavam em muitos desses compromissos. As meninas cresceram cercadas por moda, brincavam de desfilar e de fazer pedidos exclusivos a nomes famosos da moda, como os estilistas italianos Dolce & Gabanna. Tudo isso as influenciou e hoje Helena, Luz e Marcelle têm sua própria marca de roupas e acessórias, chamada 284.

Presença digital

Os locais e eventos que Donata Meirelles frequenta, o que faz e as roupas que vestem sempre saem na mídia especializada em moda, principalmente em blogs e na rede social. Ela dita moda, influencia profissionais da área e também os ajuda em muitas situações. Na última Semana de Moda de São Paulo recebeu algumas blogueiras para um bate-papo no Hotel Unique.

Durante a conversa falou sobre estilo e carreira. Segundo ela, a brasileira tem como a mistura sua identidade e para conseguir um bom look é importante saber dosar seu estilo próprio com as tendências. Ela falou que sempre visitou muitos lugares, viajou e conheceu pessoas formidáveis. Tudo isso foi importante para que ela pudesse trazer novos olhares e enfoques para a Vogue.

Donata é muito presente nas redes sociais, em especial o Instagram, o qual ela detém milhares de seguidores. No seu perfil posta fotos do seu cotidiano, jantares, festas de gala que participa, publicações da Vogue e muito conteúdo diversificado. Já no Facebook, o caráter das postagens é mais informativo.

 

A diva é presença cativa em eventos de gala, cujo intuito é angariar fundos para instituições sem fins lucrativos como a BrazilFoundation. Em uma das edições do Inspiration Gala São Paulo, evento de gala promovido pela Amfar, Donata adquiriu um item do leilão por 50 mil dólares.

A Amfar é uma ong americana que atua no apoio de pesquisas que buscam a cura da Aids. A entidade atua em todo o mundo financiando pesquisas e projetos que buscam não só a cura, mas a inserção de soropositivos na sociedade.

NYX deixa o Brasil após resultados decepcionantes, reporta Flavio Maluf

Marca de maquiagem decide fechar lojas no país após cerca de dois anos de operações.

No final de março, a marca de maquiagem norte-americana NYX tornou público que irá encerrar suas atividades nas três lojas que possui no país, duas delas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo, informa o empresário Flavio Maluf. A NYX estava no país há menos de dois anos, e até o fechamento das lojas, no final de abril, os produtos que ainda restam nos estoques estarão com 50% de desconto.

Desde 2014, quando foi vendida por meio bilhão de dólares, a NYX é uma subsidiária da gigante francesa L’Oreal, e pode ser encontrada em cerca de 70 países. Com essa decisão de encerrar as atividades em solo brasileiro, a L’Oréal destacou que a partir de agora irá dedicar os seus esforços Maybelline NY, outra marca importante do conglomerado francês.

Quando chegou ao Brasil, em 2017, os diretores da NYX estavam otimistas de que a marca, conhecida por vender itens de boa qualidade por preços inferiores ao das marcas “premium”, seria um grande sucesso no país. Na época, os números do setor pareciam bastante promissores, tendo em vista que a venda de produtos de maquiagem teve um faturamento superior a US$ 8 bilhões no ano de 2017, de acordo cim dados da consultoria Euromonitor.

Antes de ter suas lojas físicas no país, a NYX já podia ser encontrada no Brasil em modelo de franquia, e contava com quiosques em shoppings de vários estados. Após assumir o controle da marca, a L’oreal tomou a decisão de relançar a NYX no país, começando pela inauguração de três lojas conceito nas duas cidades mais importantes do Brasil. Na época do lançamento, a marca chegou a prometer que seus produtos também seriam vendidos pela internet, mas isso nunca chegou a acontecer, noticia Flavio Maluf.

O tempo de vida da NYX no Brasil foi tão curto, em grande parte devido ao perfil do consumo de maquiagem das brasileiras, que geralmente optam por marcas com preços menores. Nos últimos meses, outras marcas estrangeiras, cujo foco é mais para o mercado de luxo, também encerraram suas operações no país, como a Lanvin, especializada em roupas, a Kate Spade, de acessórios, bolsas e roupas, e a Versace, de roupas, sapatos e perfumes.

Essa desaceleração do mercado de marcas de luxo no Brasil é uma exceção, quando comparada ao restante do mundo, informa Flavio Maluf. De acordo com um relatório da Bain & Company, em 2018 esse segmento cresceu cerca de 5%, e faturou mais de € 1 trilhão.

No segmento específico dos produtos de maquiagem, a marca britânica Lush, dedicada à venda de cosméticos naturais, é outro exemplo que deixou o Brasil recentemente.

Ao anunciar o fechamento de suas lojas no Brasil, a Lush culpou a elevada carga de tributos do país, e também a crescente instabilidade política. Porém, segundo os analistas, o verdade é que essa preferência das brasileiras por produtos mais acessíveis tem feito com que até mesmo a Sephora, rede multinacional com foco em produtos de luxo, repense a sua estratégia e aposte na venda de marcas com preços mais baixos, como a Natura e a própria Maybelline, noticia Flavio Maluf.

Felipe Montoro Jens expõe alguns detalhes sobre a construção da Ferrovia do Grão ou Ferrogrão

A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, no final de 2017, divulgou informações sobre alguns levantamentos realizados para a publicação do edital e execução do leilão de concessão da Ferrogrão, como reportará com mais detalhes o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Segundos os dados elaborados pelos especialistas no assunto em questão, o prazo da concessão para a construção da EF-170, como é conhecida, será de 65 anos, destaca Felipe Montoro Jens. Além da extensão de 1.142km, a Ferrovia do Grão também contará com uma área florestal no trecho que compreende as cidades de Miritiruba (PA) e Sinop (MT). As obras, implantações da infraestrutura e operação dos trens devem ficar por conta da concessionária. De acordo com a publicação da ANTT, a fonte de remuneração da empresa vencedora do leilão será obtida através dos serviços prestados pelos transportes na ferrovia.

Como menciona Felipe Montoro Jens, este é um dos projetos que integram o Programa de Parceria de Investimento – PPI e que tem com objetivo estabelecer a nova malha ferroviária de exportação pelo Arco Norte do país. No portal PPI consta que a construção engloba a realização de compensação socioambiental, sistemas de sinalização ferroviária e energia, terraplanagem, e outras obras complementares.

Outro detalhe retirado do portal PPI, na ocasião da publicação dos estudos, e reportado por Felipe Montoro Jens, é o cálculo de previsão feito para 2050, quando o montante de carga alocada da Ferrogrão deverá ultrapassar os 42 milhões de toneladas. Além disso, empresários estimam o escoamento de até 20 milhões de toneladas de grãos da região de Mato Grosso através dos portos da Bacia Amazônica.

Ainda segundo o portal, a modelagem adotada para a administração da EF-170 é a vertical, onde apenas uma empresa é responsável por tudo, desde a infraestrutura até o fornecimento do transporte, finaliza Felipe Montoro Jens.

Saiba mais no site oficial do especialista em projetos Felipe Montoro Jens.

Desfiles parisienses: Donata Meirelles aborda o caráter apoteótico desses eventos

Se no Brasil o Carnaval é um dos eventos que mais prendem a atenção do público, na França e em outros países os desfiles de moda têm sido considerados verdadeiros espetáculos. Vale destacar que aqueles que ocorrem na capital francesa são os mais vistos, assinala a empreendedora de moda Donata Meirelles. Somente no primeiro trimestre de 2019, as passarelas parisienses foram palco da estreia de estilistas promissores. Além disso, grifes como Tommy Hilfiger investiram em estrelas para abrilhantar suas apresentações, além de produções que relembravam o ambiente cinematográfico, destaca a empreendedora.

Como já era esperado, a Tommy Hilfiger também prestou sua homenagem ao lendário estilista da Chanel, Karl Lagerfeld, em virtude de seu falecimento ocorrido no mês de fevereiro. A grife também explorou pontos turísticos famosos de Paris. A Torre Eiffel, por exemplo, recebeu passarelas por onde modelos desfilaram as últimas novidades da marca. O mesmo também foi feito em relação ao Museu do Louvre.

Já o Grand Palais foi decorado de modo a remontar a uma estação dos Alpes Suíços voltada à prática de esqui. A escolha desse cenário teve uma razão bastante simbólica na homenagem prestada a Lagerfeld, uma vez que ele sempre expressava gostar muito da Suíça, sobretudo por poder esquiar. A marca também fez um minuto de silêncio e finalizou a homenagem colocando um áudio contendo a voz daquele que por décadas foi o líder da Chanel.

Mesmo se tratando de uma homenagem póstuma, a apresentação foi destaque em virtude do tratamento dado à organização, pontua Donata Meirelles. Apesar de relembrar a trajetória de Lagerfeld ter sido algo já esperado pelo público, a surpresa ficou por conta da qualidade do que foi apresentado nos momentos de exibição que antecederam o início do desfile da marca. Um dos desafios da grife, além das questões técnicas, foi realizar uma homenagem da forma como o estilista gostaria, pois era conhecido pelo estilo que dispensava sentimentalismo.

Mais do que uma homenagem a alguém que foi um ícone da moda, a apresentação ilustra a maneira como os desfiles tem concebido tudo o que é apresentado pelas grifes, transcendendo até mesmo as roupas que são mostradas. A empresária brasileira esclarece que trata-se de uma tendência que pode ser conferida, sobretudo entre as marcas que são classificadas como de alta costura. Ainda que esses desfiles tenham despertado desde sempre a atenção de muitas pessoas, com o passar dos anos o público começou a se interessar também pelo aspecto considerado apoteótico desses eventos.

Se na Tommy Hilfiger Lagerfeld recebeu uma grande homenagem, na maison Chanel não foi diferente, podendo-se ver igual brilho nas produções. Conhecido como “Kaiser”, palavra que significa “imperador”, ele foi homenageado com peças inspiradas em suas criações mais emblemáticas, tais como conjuntos tweed em xadrez e roupas em tecidos coloridos, típicos das coleções assinadas por ele na década de 1980. No final do desfile, vestidos brancos fluidos foram desfilados. Donata Meirelles menciona que houve um momento em que a atriz Penélope Cruz também desfilou, ilustrando bem a nova forma que as grifes têm de conduzir seus desfiles: dando aspecto de show a esses eventos.

Penélope Cruz emocionou o público presente ao finalizar o desfile ao caminhar com uma flor branca nas mãos, da mesma forma como o homenageado fez por anos em que esteve à frente da marca. Além da atriz hollywoodiana, a trilha sonora com a canção “Heroes” do astro David Bowie também gerou comoveu a plateia. Enquanto a música tocava, todas as modelos da grife desfilaram simultaneamente, reporta a empreendedora. Embora a emoção dos convidados fosse previsível, a empresária destaca que a maneira como a produção do desfile foi feita pode ter grande influência sobre a reação das pessoas presentes. Mais do que um desfile de peças que lembravam Lagerfeld, o evento conseguiu criar uma atmosfera de sinestesia que envolveu os convidados.

A Tommy Hilfiger é uma das marcas pioneiras em se tratando da adoção do desfile de moda como espetáculo, noticia a empresária. A grife, contudo, não se limita a apresentar grandes eventos na Cidade Luz. Outros desfiles de grande porte foram realizados em Nova York, Shangai e Milão. Em Paris, já em 2019, a marca trouxe Grace Jones, uma das representantes mais emblemáticas dos anos 1.980. A cantora e modelo se apresentou para uma plateia composta por 1.900 convidados, cantando suas músicas de maior sucesso ao longo do evento.

A diversidade também marcou o último desfile da grife realizado em Paris. Modelos com biótipos variados desfilaram as peças da coleção. Se os tipos físicos eram variados, as etnias também o eram, explica a empresária. Assim sendo, o brilho do desfile foi ainda maior do que nos outros anos. A Yves Saint Laurent surpreendeu pelo fato de promover um desfile com as luzes apagadas, onde somente se podia ver as peças em cores néon passando pelas passarelas do local.

Governo segue limitando gastos até divulgação do relatório bimestral em março

O Governo Federal informou no dia 15 de fevereiro de 2019 por meio do Ministério da Economia que as despesas mensais estão sendo limitadas entre a passagem de fevereiro para março. Dentre o orçamento total já aprovado para o ano de 2019, o governo está utilizando apenas 1/18, ou seja, uma fatia bem menor do que o esperado.

Normalmente, esse tipo de limitação é feito pela União em uma divisão de 1/12, que é o mesmo que dividir o orçamento total pelos 12 meses do ano. No entanto, o governo achou melhor restringir ainda mais os gastos nesse começo do ano. As notícias divulgadas oficialmente pelo Governo Federal foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União).

De acordo com o Ministério da Economia, o governo está aguardando o relatório bimestral que é lançado em março para avaliar se é necessário realizar cortes no Orçamento que foi proposto para este ano como estratégia para cumprir com a meta fiscal. O relatório bimestral é uma espécie de avaliação das receitas e das despesas geradas pelo governo entre um período de dois meses. Com o relatório, é possível analisar se os gastos e a arrecadação estão sendo realizados conforme foi planejado para o ano.

A meta fiscal que foi estabelecida para este ano permite o que os governantes estabeleçam um déficit primário, que é quando as despesas são maiores que as receitas, excluindo ainda o pagamento dos juros relativo a dívida pública do país. Esse déficit primário foi estimado em no máximo R$ 139 bilhões.

“Essa programação estabelecida possui todos os valores para execução das despesas necessárias até o mês de março, considerando que é em março que saberemos com exatidão se haverá ou não a necessidade de adotar medidas para limitar ainda mais o orçamento e as finanças”, revelou o Governo Federal.

O Ministério ainda informou que essa restrição dos gastos logo no primeiro trimestre é uma manobra “fundamental” para que haja uma continuidade do comprometimento do governo atual em relação a manutenção de toda a política fiscal, onde a dívida pública será tratada de forma sustentável em um período de longo prazo.

Banco Central estima PIB menor em 2019 comparado a última projeção de 2018

Logo na primeira projeção do PIB (Produto Interno Bruto) divulgada junto ao Boletim Focus na primeira semana de 2019, o BC (Banco Central) lançou previsões de crescimento da economia do país na casa dos 2,53%. Esse percentual de crescimento do PIB é menor do que os 2,55% lançados no final do ano passado. As notícias sobre a projeção do PIB para o final de 2019 foram divulgadas pelo Banco Central no dia 7 de janeiro de 2019.

O PIB é a reunião de todos os bens e serviços que um país produz em um determinado período. Esse é o principal indicador da saúde econômica de um país. No Brasil, além do PIB, a Taxa Básica de Juros (Selic) serve de parâmetro para projeções a longo prazo. Além disso, a cotação do real junto ao dólar, a inflação, o retrospecto da balança comercial e diversos cálculos ligados aos investimentos no Brasil realizados por países estrangeiros, são utilizados para expressar uma projeção a longo prazo.

Ainda que a projeção do PIB para o final deste ano, divulgada junto ao Boletim Focus tenha recuado em relação a última projeção divulgada no ano passado, a previsão manteve-se positiva em relação aos dados do ano passado. Neste caso, considerando o recuo, a perspectiva de crescimento do PIB ainda é de 1,3%. O resultado oficial do crescimento do PIB do primeiro trimestre só será lançado oficialmente em março deste ano pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A previsão feita pelo BC também aponta estabilidade para os anos de 2020 e 2021, com 2,5% de elevação a cada ano. A Selic teve suas estimativas reduzidas para o final deste ano, caindo de 7,13% para 7% até o mês de dezembro. No início de janeiro deste ano, a Selic manteve-se em 6,5%, sendo considerado o percentual mínimo histórico da taxa.

A inflação do Brasil projetada pelo BC para o final de 2019 foi de 4,01%. O indicador responsável por esse dado é o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que tem como meta central do governo encerrar este ano na casa dos 4,25%, considerando uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Neste caso, a inflação poderá encerrar o ano entre 2,75% e 5,75% que ainda estará dentro do esperado pelo governo.

Carlos Alberto de Oliveira Andrade conquista prêmio de Executivo do Ano

Nesta 52ª edição da premiação Carro do Ano, organizada pela revista Autoesporte, quem levou o prêmio de Executivo do Ano 2019 foi Carlos Alberto de Oliveira Andrade, vitória esta que serviu como um importante reconhecimento de sua trajetória empreendedora.

O empresário, também chamado de Dr. Carlos devido à sua formação acadêmica em medicina, iniciou sua história no mercado de automóveis em 1979 através da aquisição de uma concessionária falida que não entregou seu Ford Landau comprado na época. Com seis anos de atuação no setor de automóveis, a CAOA, acrônimo de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, passou a ser a maior representante em vendas da Ford no país. Alguns anos após este feito, a revendedora tornou-se a importadora oficial da Renault. Depois de mais um período passou a trabalhar com a marca Hyundai aqui no Brasil, quando, no ano de 2007, o paraibano decidiu investir na criação da primeira fábrica da Hyundai em território brasileiro, o que lhe rendeu, em 2012, o título de “Distribuidor do Ano” ao disputar na categoria com 179 distribuidores mundiais da marca.

Em 2017, a CAOA uniu forças com a chinesa Chery em um acordo de cooperação com uma fábrica instalada no Brasil para criar uma nova montadora de veículos totalmente nacional e iniciar um intenso plano de lançamentos e consequente expansão da nova marca. Porém, muito antes desta união entre a altíssima tecnologia chinesa e o destacado comércio brasileiro de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, em 2009, a Chery instalou em Jacareí-SP uma montadora para realizar parte de seu projeto de distribuição internacional.

Diferente do tempo em que a chinesa tinha um número reduzido de vendas com o QQ e o Celer, atualmente, a empresa conta com o seu considerado “best-seller” Tiggo 2, e confirma novas adições para a linha Tiggo.

Como uma representação de modernidade no estilo, mecânica (com a novidade do motor 1.5 turbo) e acessórios, a CAOA Chery investiu no lançamento e abertura de vendas do Tiggo 5x e o sedan Arrizo 5 a serem produzidos no Brasil. Outros lançamentos confirmados no país são o Tiggo 7 e o Tiggo 8 cujo um dos principais diferenciais de mercado é o fato dele ser o primeiro SUV da marca a acomodar sete passageiros. A apresentação simultânea de dois dos principais modelos mais vendidos caracteriza a atitude visionária e audaciosa da parceira firmada pela Chery e a empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade.

De acordo com os registros, 2011 foi o ano em que a CAOA vendeu mais unidades como importadora, mais de 89 mil veículos. Ainda em 2011, foram 38.635 caminhões e carros fabricados e vendidos. Quanto a sua totalidade na indústria, o ponto mais alto da produção ocorreu em 2013 quando alcançou o número 3.738.448 de unidades.

Já faz alguns anos que Carlos Alberto de Oliveira Andrade não atua mais como dirigente direto da CAOA. Atualmente, o empreendedor brasileiro segue exercendo a função de Presidente do Conselho de Administração da empresa, sempre se mantendo ligado aos principais assuntos dos negócios.

Construção De Novo Hotel de Guilherme Paulus em São Paulo Sob Uma Nova Marca

Dentro de qualquer setor – seja dentro de uma divisão empresarial, política, cultural – ou qualquer outra subcategoria industrial geradora de empregos, sempre há alguns nomes que são uma forte referência de estabilidade e prosperidade dentro daquele setor. E quando o assunto abordado é o turismo brasileiro da atualidade, não poderia ser diferente; ao se tocar nesse assunto, é inevitável que seja mencionado um dos nomes brasileiros mais poderosos dentro desse ramo, o nome do empresário Guilherme Paulus.

Guilherme Paulus é um membro do Conselho da CVC Corp e, além disso, o empresário é o presidente da GJP Hotels e Resorts. Com um nome já respeitado e reconhecido, Paulus continua trabalhando para continuar a ser um destaque dentro da indústria turística brasileira e para isso acaba de anunciar seu investimento em mais um projeto – a inauguração de uma luxuosa propriedade. A localidade desse mais novo investimento é em um ilustre edifício em São Paulo, localizado na avenida Cidade Jardim. Esse espaço geográfico pode talvez ser lembrado por alguns como a antiga sede de uma agência de publicidade chamada DPZ, um imóvel que foi adquirido pelo empresário.

A concepção para a construção de tal projeto é, como se poderia esperar, um plano bastante ambicioso. O objetivo do projeto é a construção de um hotel, e a previsão para a conclusão total é que o hotel seja finalizado entre o ano de 2020 ou, caso seja necessário o tempo adicional, o ano de 2021. O hotel deverá ser uma construção grandiosa e sofisticada, contando com a existência de sessenta e cinco apartamentos, e também deverá contar com um rooftop. Além disso, o hotel ainda terá amplo espaço para a realização de eventos diversos e seu espaço também será sede de um restaurante para satisfazer os futuros clientes.

Há pelo menos um fator a respeito da construção do hotel que ainda é incerto; ainda é desconhecida qual será a bandeira que a nova majestosa propriedade de Guilherme Paulus sustentará. No entanto, a intenção que o empresário tem já é conhecida: a criação de uma nova marca no grupo GJP, o seu grupo de hotelaria e resorts.

O grupo de Guilherme Paulus já conta com uma grande abundância de hotéis de luxo em território nacional. Uma parte significativa desses hotéis estão localizados na Serra Gaúcha; os hotéis que contam com tal grandeza e conforto são o hotel Wish Serrano Resort e o hotel Saint Andrews Gramado. Dentro desse seleto e lucrativo grupo, os nomes Linx e Prodigy são outras marcas do grupo que podem ser mencionados.

A mais nova e ousada empreitada de Guilherme Paulus em criar uma nova marca para seu grupo poderá ser uma tentativa de criar raízes em mais lugares do que apenas a nova propriedade que será construída no antigo endereço da agência de publicidade DPZ. A nova marca poderá seguir o mesmo exemplo do ocorrido com outros grandes nomes de hotéis de luxo – como os requintados hotéis Emiliano – e poderá considerar o estado do Rio de Janeiro como uma possível sede para os hotéis da futura bandeira do grupo empresarial.

Hotel de propriedade do empresário Guilherme Paulus é premiado pelo World Travel Awards

Um dos hotéis do GJP, grupo do qual Guilherme Paulus faz parte, foi condecorado com o prêmio World Travel Awards na edição de 2018. Vale ressaltar que a premiação em questão é a mais relevante do cenário turístico-hoteleiro mundial. O hotel que rendeu à organização o título de “O melhor para famílias” foi o Wish Resort localizado na cidade paranaense de Foz do Iguaçu. A titulação teve entre os concorrentes outros estabelecimentos presentes em toda a América do Sul.

A cerimônia para entrega do prêmio ocorreu em 15 de setembro de 2018, em Guayaquil, uma localidade do Equador. Neste ano, em que o hotel de propriedade de Guilherme Paulus venceu em uma das categorias, trata-se da 25ª edição do World Travel Awards. Em 2016, contudo, o Wish Resort também obteve destaque. Naquela ocasião, por sua vez, o título concedido foi o de “Melhor Resort do Brasil”.

Hotéis brasileiros de outras redes também foram premiados nesta última edição. Dentre as demais estabelecimentos, sagrou-se vencedor o Dom Pedro Laguna, pelo fato de ser reconhecido como o “Melhor Resort de Praia”, bem como o Saint Andrews, como “Melhor Hotel de Luxo”. Os dois hotéis localizam-se respectivamente em Fortaleza e Gramado. A cidade do Rio de Janeiro também foi premiada pelo fato de ter sido eleita na categoria que elenca os melhores destinos para quem pratica esportes.

Assim como ocorreu com o hotel de Guilherme Paulus, os demais indicados foram elencados a partir de uma votação pública. Alguns fatores são avaliados para que os hotéis em questão sejam de fato eleitos, tais como a qualidade dos serviços que são prestados, performance dos negócios, o modo como ocorre o desenvolvimento do produto e infraestrutura. Dessa maneira, o que se procura avaliar prioritariamente a experiência que cada cliente tem ao se hospedar em uma dessas unidades hoteleiras.

Composto por uma área de 225 hectares, o Wish Resort conta com espaços voltados à diversão, bem como à gastronomia. O hotel, embora já existisse anteriormente em Foz do Iguaçu, passou a operar sob a administração do Grupo GJP no ano de 2009. Após a aquisição do estabelecimento, a corporação incumbiu-se de reestruturar o local, fazendo com que este recebesse novos aspectos em todas as suas dependências.

Dentre os espaços que compõem o hotel, há um total de 215 apartamentos, adega, três diferentes restaurantes, piscinas voltadas aos públicos adulto e infantil, pista para corrida, salão de beleza, sauna, parede de escalada. O local conta ainda com um clube com estrutura para receber crianças. Dentre os esportes contemplados pelo estabelecimento está o Golfe, uma vez que existe um campo de 80 hectares, que possui 18 buracos para a prática esportiva. A gastronomia também está presente por meio de um restaurante italiano existente na unidade.

O grupo comandado por Guilherme Palus recebeu a denominação “GJP” em uma referência ao nome completo do empresário. O atual conglomerado começou a operar de modo modesto. Na época de sua inauguração apenas um hotel foi colocado em operação. Nos dias atuais, 14 outros hotéis fazem parte da corporação.

Para promover maior interesse dos potenciais clientes em relação aos hotéis do grupo, o empresário Guilherme Paulus costuma promover alguns eventos nos estabelecimentos, principalmente com temas relacionados à gastronomia. Em um deles, o “Chef por um dia”, as famílias hospedadas têm a oportunidade de escolherem quais pratos comporão o menu.