Donata Meirelles informa como as ações de moda podem se relacionar com manifestações culturais

Um caráter constantemente observado nas criações de moda, segundo ressalta a empreendedora do meio fashion, Donata Meirelles, é a evolução dos conceitos. O principal objetivo que se pode perceber é a criação como forma de atender os anseios das pessoas, seja em relação à estética das produções ou no que se refere à funcionalidade do que é produzido. A complexidade da definição da moda conforme explica a empresária, está também ligada aos rumos que a sociedade toma, sobretudo no que diz respeito às preferências de consumo.

A moda, vez por outra, aparece como uma espécie de utilidade empregada pela sociedade. Seu principal objetivo, considerando-se este viés, é o de construção da imagem dos indivíduos. Esse modo de se explicar os elementos de caráter fashion implica na interação com grupos de pessoas com estilos variados, que se comunicam e se complementam. A empresária informa que toda uma época pode ser interpretada a partir da moda produzida nesse período, o que também possui um viés histórico que não deve ser deixado de lado no momento da análise.

O comportamento humano surge como uma espécie de mola propulsora do que é feito no universo da moda. A comunicação, que é um dos mais importantes atributos de evolução humana (assim como a evolução de natureza tecnológica), possuem grande influência nos processos de criação dos itens fashion. Além disso, a moda surge ora como derivação das manifestações artísticas, ora como criadora da arte que se observa em diversas vertentes, daí o seu caráter de elemento cultural.

No que diz respeito à moda como fator cultural, Donata Meirelles explica que há quem a classifique como algo que possa diferenciar o estilo de uma dada pessoa com o de outra. Assim sendo, acredita-se também que o meio fashion seja capaz de suscitar a classificação de alguns grupos sociais, que são reunidos em função de suas predileções de vestuário, por exemplo. Isso faz com que a moda seja vista como algo que possibilite a criação de uma espécie de identidade, que pode ser de âmbito coletivo ou individual.

Ao se relacionar moda com cultura, um dos pontos que devem ser elencados é a influência da globalização dentro desse processo. Pelo fato de possibilitar com que as pessoas interajam mais entre si, fenômeno acentuado pela maior utilização dos recursos da internet, a globalização se mostra crucial para que a moda se dissemine pelas nações, qualquer que seja o estilo nela trabalhado. Mesmo com as mudanças que ocorrem rapidamente no meio fashion, pode haver uma profunda reflexão acerca do que é produzido e utilizado pelas pessoas, ressalta Donata Meirelles.

A interação da moda com o meio cultural faz com que os grupos sociais criem códigos próprios, que podem ser percebidos na maneira como as pessoas preferem se vestir. Ainda que a moda possa se mostrar volátil, essa variação do que é considerado modismo parece não atingir os indivíduos, uma vez que novos elementos de moda são criados obedecendo-se uma espécie de ciclo, onde alguns itens sempre retornam como tendência. Essa maneira cíclica de se criar ligações dentro desse segmento relaciona-se também o estabelecimento de uma linguagem própria.

Quando vista como a manifestação da cultura da sociedade, a moda costuma ser analisada por aquilo que nem sempre está visível. Em outras palavras, significa que as pessoas que a utilizam também devem ser consideradas. A essa observação, contudo, é importante salientar que aspectos sociais e até mesmo aqueles que são culturais devem ser analisados, a fim de que se possa concluir como a cultura pode ser relacionar com o universo fashion. A empresária salienta que os costumes, por exemplo, são um importante ponto de partida para a análise de uma dada sociedade, já que podem dizer muito sobre os processos criativos dentro da moda.

O hábito de se estabelecer combinações entre os itens de moda é visto como um tipo de comunicação entre as pessoas. Com isso, a moda deixa de assumir apenas a responsabilidade de criar peças que possam vestir as pessoas, ou seja, o caráter utilitário pode se estabelecer em segundo plano. Donata Meirelles aponta que muitas pessoas adquirem roupas, calçados e acessórios por questões estéticas ou em virtude de se sentirem adequadas a algumas ocasiões. Ela enfatiza que há também as que queiram transparecer status por alguma razão, de forma que conseguem fazer isso com o emprego de peças que são consideradas fashion.

Dessa forma, a empresária pontua que a cada ano que passa, fica mais visível a utilização da moda em relação à forma como as pessoas se vê e é vista por seus pares. Existe também um caráter formador de opinião dentro das preferências dos indivíduos na hora de se vestir. Assim, tudo o que é produzido e classificado como moda também está intimamente ligado às ações típicas dos meios culturais, revelando grande poder a partir dessa fusão, finaliza a empreendedora.

Donata Meirelles ressalta como as indústrias de moda têm deixado de lado a utilização da pele animal

Conforme reporta a empreendedora Donata Meirelles, o segmento da moda experimenta uma fase de profundas transformações. Uma das causas das mudanças estruturais no universo fashion é a questão de se praticar consumo consciente. A adesão a uma forma mais sustentável partiu dos próprios consumidores de renomadas grifes. Desse modo, o emprego de pele de animais na confecção de roupas e calçados já não é algo aceitável para grande parte das pessoas, explica a empresária. Com essa rejeição a tudo o que possa agredir a natureza de alguma forma, as marcas se veem em meio à necessidade de adequação a esse novo cenário.

Assim como já ocorreu com grifes de alta costura, como por exemplo, Jean-Paul Gaultier, Ralph Lauren, Chanel e Diane Von Furstenberg, a marca Prada anunciou recentemente que passará a integrar a lista das empresas de moda classificadas como “Fur Free”, ou seja, aquelas cuja produção não é feita com pele animal. Representantes da grife esclareceram que a mudança nos processos de fabricação das peças será adotada já na primeira coleção para 2020, que contemplará a moda primavera/verão.

A marca italiana, entretanto, não deixará de fazer referências ao chamado “animal print”, tendência recorrente que se caracteriza por estampas inspiradas em animais. Haverá uma espécie de substituição das matérias-primas de origem animal, que dará lugar a materiais que simulem as peles em questão. Com a decisão anunciada no mês de maio de 2019, houve uma profunda busca por saídas alternativas. Esse posicionamento da marca, segundo destaca Donata Meirelles, teria motivado algumas empresas de moda sediadas em Nova York.

Da mesma maneira como ocorreu com a Prada, marcas de destaque no cenário mundial sinalizaram que se unirão à causa em um curto período de tempo. As grifes que concordaram com o posicionamento da grife italiana são Car Shoe, Church’s e Miu Miu. Vale ressaltar que estas companhias possuem sede nos Estados Unidos. A substituição dos produtos com pele animal se dará de forma gradual, assinala a empresária. Tais marcas já pararam de produzir itens com este tipo de matéria-prima, mas as peças já produzidas poderão ainda ser vendidas. Ainda que as inspirações animais sejam fortes, a ética dentro do luxo tem prevalecido tanto para as clientelas, quanto para a própria indústria da moda.

Se as peles animais deixaram de ser uma alternativa para as grifes, o que se espera é que ocorra um maior desenvolvimento criativo dentro dessas empresas, sobretudo em relação à produção de materiais que as consigam substituir satisfatoriamente. Desse modo, as profissões que envolvem design passaram a estar em alta, uma vez que as grandes marcas têm apostado alto a criação de novidades para este meio. De acordo com Miucccia Prada, que dirige a área de criação da Prada, a alta demanda por produtos considerados éticos tem feito com que as companhias abram oportunidades variadas de trabalho, principalmente no que diz respeito às atividades de design.

Embora as alterações nos modos de produção da Prada decorram de uma espécie de pressão popular, a diretoria da própria grife decidiu que já era hora de se formalizar o novo sistema fabril. Assim sendo, a marca passou a fazer parte de uma aliança de cunho ambiental: a Fur Free Alliance (FFA). A empresária Donata Meirelles pontua que tal organização conta com a participação de empresas originárias de 40 países. Para ingressar nesta aliança, contudo, a grife italiana há cerca de um ano participa de reuniões com a entidade de preservação.

Conforme anunciou o executivo Joh Vinding, atuante na FFA, a aliança tem conseguido cumprir com seu objetivo principal em virtude da maneira como a sociedade tem valorizado a preservação da natureza. Como modo de se tornarem adequadas à atual realidade dos clientes, tais marcas se mostram mais abertas ao uso de recursos alternativos. O trabalho intensivo dos ativistas, conforme alega Vinding, tem surtido efeito, uma vez que expõe ao público a necessidade de se respeitar os animais. Com isso, grifes americanas planejam barrar o comércio de produtos com peles de animais.

Donata Meirelles ressalta que não apenas os ativistas têm pressionado as marcas do segmento fashion quanto a banirem esse tipo de pele em suas confecções. A classe política americana também tem expressado que não é aceitável qualquer tipo de ação que leve a fauna do planeta. Para Linda Rosenthal, por exemplo, que pertence à Assembleia de Nova York, é preciso que haja garantia legal de que nenhum animal será empregado na indústria fashion. Com esta preocupação, Rosenthal decidiu apresentar um projeto de lei para impedir a comercialização e produção de itens contendo esse material.

No ano de 2019 o protagonismo em relação à causa animal ficou por conta de um evento de moda na Inglaterra. Trata-se da London Fashion Week, um dos encontros mais expressivos do segmento fashion britânico, destaca a empreendedora. Na ocasião nenhuma das grifes que desfilaram fizeram uso de peles verdadeiras.

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TIM realiza testes com a rede 5G e prevê cobertura total no Brasil até 2021

De acordo com notícias recentes divulgadas pela empresa TIM (Telecom Italia Mobile), os testes com a nova rede 5G começaram a ser realizados no Brasil. A empresa divulgou no dia 22 de maio deste ano que começou a testar a rede de transmissão de dados 5G na cidade de Florianópolis, usando a tecnologia de origem chinesa. Os equipamentos de telecomunicação utilizados pela Tim fornecidos para este teste vieram da empresa Huawei, uma das empresas mais afetadas pela guerra comercial entre Estados Unidos e China.

A TIM, uma gigante das telecomunicações controlada pela Telecom Italia, também já deixou certo que testes com a nova rede 5G estão programados para Campina Grande, em Paraíba. Os equipamentos que serão utilizados no teste em Campinas Grande serão fornecidos pela empresa Nokia. Outro teste de grande importância previsto para a nova rede 5G da TIM será realizado no município de Santa Rita, em Minas Gerais, e utilizará equipamentos fornecidos pela empresa Ericsson.

A empresa TIM deixou claro que os testes com a rede 5G no município de Florianópolis já estão em fase final e os principais pontos revistos, e por enquanto, essa é a primeira cidade do Brasil a possuir uma rede 5G da operadora. Em Florianópolis, a recepção do sinal 5G da TIM está na frequência de 3,5 GHz.

“Nós enxergamos diversos elementos importantes e habilitadores, como, por exemplo, a ocorrência de um leilão para arrecadar investimentos e mais recursos para a instalação de novas antenas 5G, tudo isso em prol do desenvolvimento tecnológico do Brasil”, afirma Pietro Labriola, presidente-executivo da operadora TIM.

Neste caso, Labriola está se referindo ao leilão que possibilita outras empresas a fazer parte do suporte 5G no país. Esses leilões estão previstos para 2020. A TIM estima que a rede 5G esteja em operação em todo o país até o final de 2021.

De acordo com empresa de telecomunicações, a transmissão de dados por meio da rede 5G é mais rápida e mais confiável em comparação com as tecnologias antecessores. O patamar de comunicação no Brasil estará dando um passo rumo a uma nova era de comunicação digital com a utilização da rede 5G, afirma a operadora.

Dindin é destaque em concurso mundial de mulheres empreendedoras

Empreendedoras do mundo inteiro responsáveis por empresas de tecnologia financeira com impacto social disputaram no dia 7 de junho de 2019 a final no concurso Visa Everywhere Initiative. Entre as 12 empresárias finalistas estava a dona da startup Dindin, Stephanie Fleury. Entre as edições do concurso, está é a primeira vez que a disputa é feita exclusivamente por mulheres, tendo como objetivo divulgar negócios realizados por mulheres em todo o mundo.

Na América Latina, a Dindin foi a empresa finalista do concurso a concorrer na final através da categoria de empresas de tecnologia financeira. A Dindin é uma startup brasileira que oferece acesso a serviços bancários para pessoas que não possuem contas, assim como soluções para empresas e cartões pré-pagos. Com o fácil acesso a esses serviços, a Dindin tem como objetivo levar serviços básicos para a população e ampliar a inclusão financeira na vida dos brasileiros.

A dona da Dindin informou nas notícias divulgadas pela Agência Efe sobre o concurso: “Representar toda a América Latina através de nossa iniciativa é algo muito revolucionário para nós, pois isso muda as regras do nosso jogo. Ser empresária e mulher em um negócio sobre finanças é algo bastante difícil no Brasil e no mundo. Ao chegar na final do concurso, ganhamos mais credibilidade e visibilidade o que é importante para atrair novos clientes e investidores”.

Além da Dindin, a Mujeres del Pacífico também representou as empresas latino-americanas no concurso. Fundada em 2013, a startup atua no México, Colômbia, Chile e Peru ajudando empresárias a criarem uma espécie de rede de educação. A ação da empresa, assim como o networking abordado ao longo do tempo pela startup foram os aspectos que mais chamaram a atenção dos integrantes do concurso da Visa.

A cofundadora da startup Mujeres del Pacífico, Fernanda Vicente, que também chegou na final do concurso concorrendo na categoria impacto social, informou sobre a startup: “Nossa empresa tem como objetivo estimular o empreendedorismo feminino em toda a América Latina, por isso, nós oferecemos capacitação e educação para quem quer ir além. Nós conectamos todas as empreendedoras dispostas a crescer em uma rede de apoio, onde possibilitamos o acesso a recursos financeiros, comércio eletrônicos, entre outras coisas”.

Detalhes do acordo de aquisição entre Natura e Avon são divulgados

A gigante dos cosméticos Natura Cosméticos confirmou a compra da empresa norte-americana Avon Products, uma transação que já havia sido anunciada em notícias recentes. A aquisição da empresa Avon pela brasileira Natura foi confirmada no dia 6 de junho de 2019 com a divulgação do acordo de compra. Por mais que essa transação já é dada como certa, a aquisição da Avon pela Natura ainda não foi concluída, pois alguns detalhes estão sendo acertados e tudo ainda deve ser assinado.

Fazendo um levantamento cronológico desta transação, temos no dia 22 de março deste ano a confirmação do interesse de compra da Avon pela Natura, caracterizando uma possível fusão na época. Um mês depois, exatamente no dia 22 de maio deste ano, a Natura divulgou notícias de que pretendia adquirir a Avon com base na aquisição de ações da empresa norte-americana.

Neste momento, as duas partes concordam com a transação que deve ser concluída até o dia 22 de junho de 2020. Caso venha a ocorrer um descumprimento do contrato por uma das duas empresas, a transação pode ser rescindida.

De acordo com os detalhes do acordo de aquisição após tudo estar concluído, os acionistas ordinários da empresa norte-americana deverão receber 0,30 ação da nova empresa Natura Holding S.A, referente a cada ação da Avon ainda remanescentes. Já os acionistas da Natura irão receber 1,0 ação da nova Natura Holding S.A devido a cada ação remanescente.

Os acionistas majoritários da Natura serão responsáveis pela promoção do novo negócio, que juntos detêm 50,5% de todo o capital social com poder de voto da Natura. Caso a Avon decida ir contra alguma cláusula do contrato de venda, a empresa deverá pagar US$ 78,6 milhões para a Natura.

O contrário disso também pode acontecer caso a Natura deixar de honrar com o compromisso de compra em algum ponto importante, podendo ter que pagar US$ 133 milhões para a Avon.

Por se tratar de um acordo de ações, a grande vantagem dos acionistas da empresa norte-americana é depender da cotação das ações da Natura Holding S.A, que tende a se elevar após o fechamento do negócio.

 

NYX deixa o Brasil após resultados decepcionantes, reporta Flavio Maluf

Marca de maquiagem decide fechar lojas no país após cerca de dois anos de operações.

No final de março, a marca de maquiagem norte-americana NYX tornou público que irá encerrar suas atividades nas três lojas que possui no país, duas delas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo, informa o empresário Flavio Maluf. A NYX estava no país há menos de dois anos, e até o fechamento das lojas, no final de abril, os produtos que ainda restam nos estoques estarão com 50% de desconto.

Desde 2014, quando foi vendida por meio bilhão de dólares, a NYX é uma subsidiária da gigante francesa L’Oreal, e pode ser encontrada em cerca de 70 países. Com essa decisão de encerrar as atividades em solo brasileiro, a L’Oréal destacou que a partir de agora irá dedicar os seus esforços Maybelline NY, outra marca importante do conglomerado francês.

Quando chegou ao Brasil, em 2017, os diretores da NYX estavam otimistas de que a marca, conhecida por vender itens de boa qualidade por preços inferiores ao das marcas “premium”, seria um grande sucesso no país. Na época, os números do setor pareciam bastante promissores, tendo em vista que a venda de produtos de maquiagem teve um faturamento superior a US$ 8 bilhões no ano de 2017, de acordo cim dados da consultoria Euromonitor.

Antes de ter suas lojas físicas no país, a NYX já podia ser encontrada no Brasil em modelo de franquia, e contava com quiosques em shoppings de vários estados. Após assumir o controle da marca, a L’oreal tomou a decisão de relançar a NYX no país, começando pela inauguração de três lojas conceito nas duas cidades mais importantes do Brasil. Na época do lançamento, a marca chegou a prometer que seus produtos também seriam vendidos pela internet, mas isso nunca chegou a acontecer, noticia Flavio Maluf.

O tempo de vida da NYX no Brasil foi tão curto, em grande parte devido ao perfil do consumo de maquiagem das brasileiras, que geralmente optam por marcas com preços menores. Nos últimos meses, outras marcas estrangeiras, cujo foco é mais para o mercado de luxo, também encerraram suas operações no país, como a Lanvin, especializada em roupas, a Kate Spade, de acessórios, bolsas e roupas, e a Versace, de roupas, sapatos e perfumes.

Essa desaceleração do mercado de marcas de luxo no Brasil é uma exceção, quando comparada ao restante do mundo, informa Flavio Maluf. De acordo com um relatório da Bain & Company, em 2018 esse segmento cresceu cerca de 5%, e faturou mais de € 1 trilhão.

No segmento específico dos produtos de maquiagem, a marca britânica Lush, dedicada à venda de cosméticos naturais, é outro exemplo que deixou o Brasil recentemente.

Ao anunciar o fechamento de suas lojas no Brasil, a Lush culpou a elevada carga de tributos do país, e também a crescente instabilidade política. Porém, segundo os analistas, o verdade é que essa preferência das brasileiras por produtos mais acessíveis tem feito com que até mesmo a Sephora, rede multinacional com foco em produtos de luxo, repense a sua estratégia e aposte na venda de marcas com preços mais baixos, como a Natura e a própria Maybelline, noticia Flavio Maluf.

Regras para trabalhar melhor online

Concentre-se no treinamento – Claramente, este é o primeiro passo necessário para encontrar um emprego online. Ninguém quer contratar uma pessoa sem um mínimo de treinamento, todo mundo quer um candidato capaz de dar os primeiros resultados já, com uma base válida e habilidades claras. Então é seu dever estudar.

Isso significa investir. É possível estudar marketing na web autodidata? É claro que a base universitária em Ciências da Comunicação ou Economia (marketing) pode ajudar, o mesmo vale para os caminhos relacionados ao computador. Mas você pode facilmente se tornar um profissional da Web com sua força. Isso não significa evitar o confronto na sala de aula.

Um bom caminho de treinamento vai do geral para o particular. A competência é diretamente proporcional à especificidade: no início, você pode gerenciar o mundo do conhecimento da web com eventos abrangentes e, depois, concentrar-se em seminários e workshops. Finalmente, pague um consultor para um curso presencial.

Encontre um estágio para fazer aprendizagens – Você está fazendo treinamento, enquanto isso você pode encontrar um emprego para ganhar experiência. A famosa bagunça. Sem ilusões, você não fica rico desse jeito. O estágio deve ser uma maneira de roubar o conhecimento daqueles que são melhores do que você, o treinamento inicial lhe mostrou o mundo do marketing na web. Agora é mais fácil encontrar trabalho na internet. Mas você tem que se mover entre as várias ofertas para encontrar a solução certa.

A oferta de emprego deve estar de acordo com o que você deseja fazer. Escusado será aceitar um anúncio para web designers se você quiser ser um webwriter. Então deve haver um mínimo de reembolso de despesas, trabalhando de graça por 6 meses não é o melhor. Passo mais importante: deve ser uma oferta coerente. Isso significa que é melhor evitar aqueles que pedem um gerente de mídia social.

Há anúncios de empregos que fazem fronteira com o ridículo. Eles estão à procura de figuras universais, estagiários com habilidades avançadas (oximoro real contemporâneo), operadores com habilidades dignas de um piloto de transporte, mas pagos com amendoim. Em suma, vamos nos afastar dessas pessoas: você não aprende e se deixa ser explorado.

Quanto (realmente) custa um blog?

A questão é clara: quanto custa um blog? Difícil de responder à pergunta, eu poderia contornar o problema trazendo uma certa quantidade de relativismo. Depende aqui. Na realidade, a questão é mais importante do que parece, especialmente se você deixar a perspectiva do profissional por um momento.

O ponto é este: sempre raciocinar com o chefe do blogueiro, do especialista em SEO, do profissional de marketing de mídia social. Este é um investimento para você. E é verdade, você está certo. Mas o empreendedor não esclarecido ou o aspirante a web escritor que está prestes a abrir um diário online tem uma ideia diferente. Ele quer saber quanto custa para fazer um blog, quais são os custos e qual seria a cotação hipotética.

Nem todo mundo é capaz de criar um blog do zero. É fácil para você, para mim. Mas não para todos. Então a questão é perseguir a web: quanto custa um blog? Esta ferramenta tem seus custos, mas tenho certeza que você concordará comigo no final: o investimento real é a longo prazo.

Antes de explicar quanto custa um blog, é certo definir o seu propósito e economia: o que é e para que serve? Se usado da melhor maneira possível, ou para interceptar leitores interessados, o blog é uma arma decisiva para encontrar novos clientes online. Então você não pode salvar e focar apenas no custo zero.

É possível abrir um blog de graça? Claro, isso pode ser feito e os resultados podem ser interessantes. Então as mensagens chegam: por que não posso adicionar os plugins? Mas eu quero escolher um domínio diferente, é possível? Por que isso não me faz mudar as tags title e meta description? Senhores, este é o destino daqueles que não querem gastar. Quer abrir um blog pessoal? Pontos no aspecto corporativo? Pouco importa, você tem que investir um mínimo.

Quanto custa criar um blog com a plataforma histórica para escrever e publicar conteúdo online? Já indiquei o papel do blog na estratégia, sem esquecer que este pode ser o primeiro passo para iniciar uma jornada individual. Mas agora você quer saber os custos. Você pode economizar em hospedagem, é claro, mas não é uma escolha sábia. A qualidade do blog e sua velocidade de execução dependem desse elemento.

Estudo relaciona picos de criatividade aos 20 e 50 anos de idade

Uma nova pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, localizada nos Estados Unidos, revelou que há dois momentos de grande criatividade que são experimentados pelas pessoas, sendo o primeiro deles aos 20 anos e o segundo aos 50 anos de idade. De acordo com os dados revelados pela pesquisa, nesses dois momentos o cérebro humano apresenta uma maior disposição a incidência de criatividade.

Para a realização deste estudo, os pesquisadores acompanharam a trajetória de alguns ganhadores conceituados do Prêmio Nobel de Economia. De acordo com o pesquisador Bruce Weinberg, que também é responsável pelo estudo, os ganhadores que apresentaram trabalhos ou projetos de destaque logo no início da carreira apresentaram um padrão inovador “conceitual” que foge dos parâmetros convencionais. Ou seja, são indivíduos que experimentaram o poder do pico de criatividade por volta dos 20 anos de idade.

Além desses ganhadores, os pesquisadores também avaliaram os inovadores que atingiram o pico de criatividade com um pouco mais de experiência de vida. De acordo com as notícias divulgadas, esses ganhadores apresentaram o que os pesquisadores chamaram de “inovadores experimentais”, um tipo de conceito que agrega o conhecimento de carreira com novas análises e interpretações.

O empresário Nana Jones Darko é um exemplo de criatividade aos 20 anos de idade. Atualmente, ele possui 24 anos e já é dono de uma barbearia itinerante. Darko revelou que sempre teve diversas ideias de negócios, mas quando chegou próximo aos 20 anos, essas ideias passaram a ficar ainda mais criativas. Sobre a criatividade e a sua relação com a idade, Darko afirmou: “Agora estou aprendendo mais sobre redes e tecnologia. Acredito que quando você é mais velho as pessoas te levam mais a sério e várias barreiras se quebram por isso. Isso tudo contribui para que o cérebro possa fluir mais ideias”.

De acordo com Bruce Weinberg, nunca se é velho o bastante para ser criativo. Ele ainda afirmou sobre o assunto: “Se você não faz parte das pessoas que estão revolucionando o mundo com apenas 20 e poucos anos, não se preocupe, pois você ainda pode fazer coisas relevantes mais tarde”.

As habilidades de um grande orador

Você tem um bom conteúdo para propor, você criou uma apresentação eficaz. Mas a presença de palco? A voz? O selo? Você tem que considerar a capacidade de manter a atenção do público, para entreter e interessar. Você deve capturar e excitar as almas. Em suma, é difícil.

Antes de obter bons resultados em economia, você tem que praticar muito. Se você quer se tornar um treinador, você tem que aproveitar todas as oportunidades (mesmo as gratuitas, no turnover) para falar em público. Em qualquer situação você tem que praticar e você tem que superar quais são seus problemas, seus limites.

Falar em público não é fácil. Você precisa de habilidades, você precisa se especializar em uma determinada área e você tem que superar o medo atávico de estar sozinho contra todos. Não é fácil, você é muitas vezes sequestrado pela ansiedade e vergonha. Mas a melhor maneira de superar esse passo é refletir.

Você deve refletir sobre sua condição. As pessoas estão lá para ouvir, pagaram e talvez tenham viajado para chegar àquele quarto. Eles investiram tempo e dinheiro, então você tem que estar feliz por ter uma audiência tão ampla antes de você. Não é fácil, então você tem que começar com pequenos eventos.

Ser um orador não é para todos – Esta é uma profissão em todos os aspectos. Um bom profissional da Web não é necessariamente um divulgador, um animal de palco ou uma pessoa adequada para fazer o treinamento. Há muitos motivos para participar de eventos como palestrante, mas apenas um para evitar essa etapa: ela não está nas suas cordas.

Você não pode fazer isso, não é para você, não é sua profissão. Mas não é um problema, existem mil maneiras de resolver essa falta. Mas é um fato: há pessoas que são capazes de manter o palco e que também são boas em treinamento em sala de aula. Outros que são capazes de dar o seu melhor nesta última solução. Outros que não querem e não devem deixar a cadeira pública.

Severo, mas certo, eu sei. Mas este é o ponto: participar de eventos como palestrante é um passo útil, ajuda você. Mas não é fácil, você corre o risco de causar danos e ofuscar sua marca. Mas antes de tomar isso como certo, você tem que tentar.