Empresa de eventos prossegue atividades com ajuda de recursos poupados

A empresa de eventos Magnólia Comunicação começou em um quarto com um espaço de 10 metros quadrados para apenas duas pessoas. As duas amigas Ana Maria Gomes, 36, e Lívia Mangini, 38, já trabalhavam antes juntas, mas decidiram assumir um negócio. Depois de 7 anos, a empresa localizada em São Paulo, na av. Paulista, faturou no ano passado R$ 1,3 milhão, com um lucro de 20% (R$ 260 mil).

O serviço oferecido pela empresa envolve atrações, planos de divulgação e realização de encontros, desde palestras técnicas, lançamentos de produtos, comemorações, entre outros.

No início da empresa o investimento foi de R$ 10 mil para a estrutura com computadores, linha telefônica, impressora e material de escritório. Os efeitos da recessão parecem inevitáveis, Ana Maria afirma que o trabalho neste ano tem chances de cair 10 por cento de faturamento em relação ao ano passado.

Apesar da pequena queda no faturamento, a empresária afirma que as companhias ainda querem fazer eventos, mas com a metade da verba. Como Ana Maria sempre poupou recursos financeiros desde o começo da empresa, hoje consegue prosseguir sem estar com dívidas.

“Poupar nos tempos de vacas gordas foi algo que ajudou. A gente não está operando no vermelho e não fez empréstimo”, declara Ana Maria.

Atualmente existem 10 clientes que estão contando com os serviços da empresa. “Percebemos que somente com os eventos que já costumávamos organizar, não seria possível manter a estrutura da empresa. Por isso passamos a investir mais na área comercial, em marketing digital e prospecção de novos clientes”, diz a empresária que procura expandir a clientela para o ramo de tecnologia.

Estabelecer um público-alvo para a estratégia da empresa se demonstra uma boa escolha para obter clientes, confirma Adriano Augusto Campos, consultor do Sebrae-SP.

O consultor Campos alerta: ”É uma área extremamente concorrida mesmo. Tem todos os tipos de empresas, de todos os portes. Um público mais restrito traz uma chance maior de se relacionar. Se for muito amplo, você não vai ser especialista em nada e ninguém vai te conhecer”.

Quanto mais pessoas souberem o que o profissional faz, melhores serão as chances de ser contatado, os contatos devem ser aproveitados: “Pode ser um amigo, familiar, vizinho, colega que atue nessa área, em alguma empresa. As pessoas precisam saber que você trabalha nisso”.

 

Conheça mais sobre o escritório Leite Tosto e Barros e do sócio Ricardo Tosto

O escritório de advocacia Leite Tosto e Barros lança uma novidade para o público muito interessante. O escritório que tem como sócio-fundador o advogado Ricardo Tosto um novo setor voltado apenas para o atendimento de casos relacionado à saúde e foi chamado de “Saúde e Previdência Complementar”. O lançamento foi noticiado pela revista eletrônica Consultor Jurídico (ConJur).

Agora os clientes do escritório (novos e antigos) podem ter o auxílio necessário em casos que precisem de uma orientação ou representação. A iniciativa do escritório de Roberto Tosto visa oferecer um atendimento especializado nas situações delicadas, sobretudo envolvendo planos de saúde e a previdência.

A justificativa do escritório é que a saúde suplementar brasileira atende mais de 47 milhões de pessoas, contratantes de planos individuais, coletivos ou empresariais. Já a previdência complementar equivale a 12,6% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

A frente da equipe está Paulinho Brancato Net, que além de advogado também é administrador de empresas. Paulinho é um profissional com crivo e competência para liderar a equipe, uma vez que é especialista em Direito Empresarial e gestor de departamentos jurídicos corporativos desde o início dos anos 90 e já atuou no Metrus Instituto de Seguridade Social.

Sobre o escritório Leite, Tosto e Barros advogados

O escritório de Ricardo Tosto e seus sócios está sediado em São Paulo, contudo tem filiais em Brasília e no Rio de Janeiro. No segmento do “Contencioso”, o escritório é um dos mais reconhecidos tanto no meio nacional quanto internacional. Também se destacou por ser um dos primeiros a adotarem o conceito de gestão empresarial.

O escritório atende a diferentes especificidades, contando com uma equipe de mais de 300 colaboradores, que fornecem a estrutura e o back office para dar suporte às suas atuações. Na área jurídica, são 16 associados e 27 sócios.

Entre as áreas de atuação do Leite, Tosto e Barros estão: Direito civil, Contratos,Contencioso, Eleitoral e Político, Administrativo, Penal Empresarial, Reestruturação de Dívidas e Créditos, Societário, Compliance, Fusões e Aquisições, Concorrencial, Consumidor, Trabalhista e Previdenciário, Bancário, Civil, Ambiental, Imobiliário, Infraestrutura e Regulatório, Arbitragem, Comercial e Família e Sucessões, Foreign Desks: China Desk, e Tributário.

Sobre Ricardo Tosto

Ricardo Tosto é sócio-fundador do escritório de advocacia. Formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e também tem curso de extensão em Administração de empresas. Entre as áreas que se destaca estão o Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Eleitoral e Comercial, Contratos Bancários, Falências, Recuperação Judicial e de Créditos, Reestruturação Empresarial e Acquisition Review.

Em 2016, a mídia especializada Latin Lawyer 250 apontou o escritório Leite, Tosto e Barros advogados como um dos principais e mais renomados escritórios da América Latina e Ricardo Tosto como um dos profissionais mais aptos do país na área do Contencioso.

O fundador do Leite, Tosto e Barros também tem diversas publicações em jornais e revistas especializadas em Direito. Também é coautor da obra “O Processo de Tiradentes”, redigida juntamente com o amigo e sócio, Paulo Guilherme Lopes. O que mostra sua autonomia e domínio em conhecimentos específicos.

 

Depois de dois anos de redução, o número de milionários no Brasil aumenta quase 11% em 2016

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De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Capgemini no ano passado, houve um aumento do número de pessoas milionárias no país, depois de dois anos consecutivos de queda. Os números mostraram que esse aumento foi de quase 11%, indo de 148,5 mil para 164,5 mil pessoas.

Segundo informações dadas pelo “2017 World Wealth Report”, esse aumento obtido no Brasil acabou ficando acima da média mundial de 7,5%, sendo que dos 25 países que foram pesquisados, a Rússia obteve o maior aumento com 20%, a Suécia ficou em segundo lugar com 13%, Taiwan em terceiro com 12% e o Brasil em quarto com quase 11%.

A pesquisa julgou como milionários, as pessoas que possuem pelo menos US$ 1 milhão em recursos, que podem ser usados para fazer investimentos ou prontamente negociados, sem contar com os imóveis onde moram, os pertences de consumo duradouros e os objetos de que fazem parte de coleções.

De acordo ainda com a pesquisa, os recursos reunidos por essas pessoas passaram de cerca de US$ 3,7 trilhões em 2015 para US$ 4,2 trilhões no ano passado.

No estudo que foi realizado antes desse último, o Brasil tinha apresentado a maior redução da quantidade de milionários entre os países analisados com as melhores economias mundiais, com menos doze mil pessoas com esse perfil em 2015. Os números analisados em 2014, mostraram que  o país teve uma perda de onze mil milionários  entre os seus habitantes.

Um dos motivos para esse aumento no número de milionários do país, apesar da grave crise que ele atravessa, são os índices mais positivos das ações negociadas no mercado brasileiro.

Segundo dados informados pela Economatica, que é uma provedora de dados financeiros, o Ibovespa subiu quase 67% em dólar em 2016. Nos dois anos anteriores a esse, os números mostraram reduções acumuladas de 14,37% em 2014 e 41,03% em 2015. Até o mês de setembro desse ano, o fechamento da bolsa no país está apresentando um aumento de quase 27% em dólar.

O Brasil mesmo com esses números elevados de crescimento na quantidade de milionários, ainda continua em 17% lugar na lista de pessoas super-ricas entre os países de todo o mundo.

 

 

Serasa divulga que demanda por crédito cresce 9,9% no mês de agosto

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Em um novo levantamento de dados feito pela Serasa Experian, os dados apontaram que os consumidores pediram mais empréstimos no mês de agosto deste ano, comparado com o mesmo período no ano passado. Ao todo, os empréstimos registrados no mês de agosto desse ano tiveram uma alta de 9,9% comparado ao mesmo mês em 2016.

Somente neste ano, o mês de agosto registrou a quarta alta consecutiva no setor de crédito. Segundo os economistas, essa alta teve um forte impulso que foi motivado por alguns fatores, dentre eles a redução da inflação, a retomada dos empregos formalizados, e ainda a queda dos juros que atingem as linhas de crédito.

O órgão destacou que em comparação com o mês de julho também deste ano, houve um aumento de 5,9% pela procura de crédito. Já no acumulado do ano todo, o crescimento foi de 4,3%.

Em relação ao mês de agosto do ano passado, o mês também registrou a busca por empréstimos em todas as faixas de renda, inclusive as menores. Os dados divulgados pela Serasa revelaram que a maior alta por busca de empréstimos aconteceu por parte dos consumidores com renda de até R$ 500 por mês, sendo um total de 23,4% dos consumidores.

Já em relação as regiões do país, o mês de agosto registrou alta na procura por crédito em todo o Brasil, comparado ao ano de 2016. Em uma análise do acumulado do ano, a região Centro-Oeste foi a única a registrar uma queda, sendo um total de (-0,2%).

Em comparação com o mesmo período do ano de 2016, o mês de agosto registrou crescimento de 17,6% na região Nordeste, 15,9% na região Norte do país, 10% no Sudeste, 4% no Sul e 3,2% na região Centro-Oeste.

Em relação as faixas de renda, duas categorias registraram os menores índices de procura, sendo a que corresponde de R$ 5 mil a R$ 10 mil por mês, e a faixa de renda acima de R$ 10 mil por mês, as duas registraram alta de 7,8% em agosto, comparado ao ano passado. No acumulado do ano as duas faixas de renda também apresentaram os menores índices, sendo de 1,7% e de 2,3% respectivamente.

Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, prioriza o capital humano

Luiz Carlos Trabuco chegou à posição de presidente do Bradesco há pouco mais de oito anos, mais especificamente no mês de março de 2009. A época de sua posse coincidiu com o momento em que o concorrente Itaú Unibanco chegava à liderança do mercado de bancos privados brasileiros. Com a sobriedade que lhe caracteriza, o dirigente deu declarações em que relativizava a disputa com o rival, afirmando, entre outras coisas, que não enxergava a posição de liderança no setor como um objetivo em si mesmo. Preferiu enfatizar que seu olhar estava mais voltado para a realização de um trabalho diferenciado em cada um dos municípios atendidos pela instituição que passava a comandar.

Apesar do aparente desinteresse no envolvimento em disputas acirradas por fatias maiores do mercado, Luiz Carlos Trabuco surpreendeu os observadores quando, contando com o apoio da presidência do Conselho Administrativo, conseguiu, sem muito alarde, comprar a filial brasileira do HSBC por meio de um negócio de US$ 5,2 bilhões. A jogada de mestre colocou outra vez o banco sob sua direção na disputa por maiores espaços no mercado bancário privado.

Segundo informações do próprio Luiz Carlos Trabuco, a aquisição do HSBC levou o Bradesco a um patamar que, de outro modo, só poderia ter sido alcançado seis anos mais tarde. O êxito da operação rendeu ao gestor muitos reconhecimentos, entre eles o título de empreendedor do ano nas finanças, concedido pela revista ISTOÉ Dinheiro, publicada pela Editora Três e especializada no setor.

Graduado em Filosofia, Ciências e Letras pela Universidade de São Paulo, o executivo cumpriu trajetória acadêmica diferente da maior parte de seus pares, os quais, mais comumente, já nos bancos escolares se inclinam para a área financeira. Se o distanciamento do padrão causou desconfiança no início, hoje os resultados alcançados não deixam qualquer espaço para que se duvide de que a formação inicial inusitada, em vez de limitar, ampliou suas possibilidades profissionais.

Natural de Marília, cidade do interior paulista onde nasceu em 1951, Luiz Carlos Trabuco debutou na carreira no próprio Bradesco, dando os primeiros passos como escriturário ainda bastante jovem, com apenas dezoito anos de idade. Cumprindo a cartilha do banco, precisou passar por todos os níveis hierárquicos até chegar ao topo da organização, num percurso que hoje, mais de quatro décadas e meia depois, o tornou apto para entender cada necessidade que surge e para oferecer as soluções mais adequadas a cada situação.

Foi esse olhar moldado pelo tempo que o levou a perceber a importância da criação de uma universidade corporativa direcionada à formação das futuras gerações de líderes do banco. A iniciativa, levada a cabo assim que assumiu a presidência, dá bem a medida do valor atribuído à capacitação e à formação continuada. Como diz o próprio Luiz Carlos Trabuco, é necessário criar as melhores condições institucionais para que os novos quadros desenvolvam integralmente suas potencialidades, pois, no fim das contas, é o capital humano que garante a permanência e a continuidade das empresas, não importando qual seja seu ramo de atividade.

 

Setor industrial do país cresce e apresenta o melhor mês de julho dos últimos três anos

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a produção da indústria do país, apresentou um crescimento em julho de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado, e em relação a junho, o aumento ficou em 0,8%. O setor vem apresentando números positivos nos últimos quatro meses, sendo o melhor mês de julho dos últimos três anos, quando a taxa de aumento ficou em 1,3%. Contando com os sete meses desse ano, os números mostram um crescimento de 0,8%, e nos últimos doze meses, foi observado uma queda de 1,1% na produção.

Se a comparação for anual e sem a correção sazonal, foi o maior crescimento para o mês de julho no período de quatro anos, desde o ano de 2013, quando esse segmento cresceu cerca de 3,4%, em comparação a julho de 2012. Já em comparação a junho com a correção sazonal, o resultado foi o mais positivo para o mês desde 2009, quando esse segmento cresceu 1,4%.

De acordo com o gerente da Coordenação de Indústria do instituto, André Macedo, a indústria está apresentando uma fase de crescimento da sua capacidade de produção. A melhora do setor é evidente. Em relação ao ritmo de como vai acontecer essa melhora, isso vai ser descoberto mais tarde. Ainda que essa melhora não consiga recuperar as perdas que houveram nos últimos dois anos, pelo menos existem possibilidades de enxergar números mais positivos daqui para o futuro.

Segundo Macedo, a queda dos últimos doze meses é o 38º resultado negativo seguido, na base de comparação. Ele observou, no entanto, que o tamanho desses números negativos vem diminuindo, já que em junho do último ano, por exemplo, os números mostravam uma queda de 9,7%.

Ele ainda alertou, que essa base em que está sendo feita a comparação, ainda está muito baixa, já que a queda de 8,4% foi do período compreendido entre os meses de janeiro a julho de 2016. Apesar dos números recentes se mostrarem positivos, esse setor industrial ainda precisa de uma melhor recuperação.

Esse quadro que mostra os quatro meses seguidos com números positivos, é o maior desde outubro de 2015, mas é parecido com o de março de 2009. O gerente ainda destacou, que em comparação ao  pico histórico  do estudo, a produção da indústria encontra-se 17,2% distante de junho do ano de 2013.

Orientação financeira é importante para os adultos que ainda moram com os pais

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Se você tem um filho adulto morando em casa, você não está sozinho. Atualmente, muitos dos jovens brasileiros entre 18 e 34 anos de idade vivem com seus pais. Isso é um fenômeno característico da crise econômica, mas apesar de uma leve recuperação e do mercado de trabalho ter voltado a abrir novas vagas, menos jovens adultos vivem de forma independente agora do que antes da crise.

Alguns dos motivos são sociáveis: os jovens estão se casando mais tarde e os pais acabam encorajando os filhos a viverem com eles por mais tempo. A economia também desempenha um papel: os jovens geralmente têm taxas de desemprego mais elevadas e ganham salários mais baixos. Além disso, a maioria dos graduados da faculdade têm dívidas com financiamento estudantil, o que dificulta na independência financeira.

Se você também tem filhos adultos morando com você, veja como você pode ensinar sobre finanças enquanto ajuda seu filho ou filha a se preparar para o futuro.

Incentive os bons hábitos de dinheiro

Ajude seu filho a entender a importância de criar um orçamento, isso pode ajudá-lo a se preparar melhor para assumir responsabilidades financeiras, como pagar um aluguel de imóvel.

Uma vez que ele mostre um bom gerenciamento de seu orçamento, ajude-o a desenvolver hábitos monetários mais avançados, como avaliar se deve pagar o financiamento estudantil antecipadamente ou economizar dinheiro para o futuro.

Defina regras para viver em sua casa

Enquanto seu filho mora com você, certifique-se de que ele conheça as regras básicas. Por exemplo, deixe claro se você espera que ele pague uma parcela da renda, utilidades, comida ou combustível para o carro. Fale sobre as despesas que você assume e discuta as expectativas que você tem para o ele enquanto estiver morando em casa, incluindo como ele pode ajudar com as tarefas domésticas.

Discuta sobre planos de carreira

Fale com seu filho sobre metas de carreira. Se o seu filho não tem emprego, quais são os planos para obter um? Saiba quanto tempo seu filho planeja ficar com você e certifique-se de que o prazo funcione para você.

Incentive seu filho a trabalhar em objetivos de carreira e discuta usando a oportunidade de viver em casa para que ele faça um estágio ou trabalhe em meio período. Ajude-o a entender que é importante para futuros empregadores ver o progresso em direção a objetivos de carreira.

 

Caixa não fará cortes nos juros do financiamento imobiliário 

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Após os últimos cortes que ocorreram na taxa Selic, muitos especuladores falaram em cortes nas taxas de juros para os financiamentos imobiliário da Caixa. No entanto, a Caixa Econômica Federal revelou que não haverá repasse nos juros cobrados para esse tipo de financiamento.

“Tínhamos feito um movimento no fim do ano passado de corte de juros, agora preferimos esperar um pouco”, disse Nelson Antonio de Souza, o vice-presidente do setor de habitação da Caixa.

A Caixa é atualmente o principal e maior financiador de crédito do setor imobiliário em todo o país. Mas atualmente a instituição também tem sofrido com os recuos que assombram a economia. Em março desse ano, o recolhimento total para os financiamentos imobiliários foi de 418 bilhões de reais. Uma receita aparentemente muito grande, mas a verdade é que a instituição tem passado por fortes recuos em suas principais linhas de crédito.

Um dos sinais de que isso tem ocorrido ao longo do ano, é que do começo de 2015, até o mês de julho desse ano, a Caixa registrou em sua caderneta de poupança, uma saída líquida de aproximadamente 104 bilhões de reais. O período também foi marcado por uma forte reação e interesse de investidores que viram uma oportunidade melhor que a poupança com a alta dos juros. Os dados revelaram que grande parte desse dinheiro resgatado foi aplicado em alternativas mais viáveis que a poupança, como os fundos de renda fixa.

Além disso, a Caixa anunciou que a pró-cotista, uma linha de crédito muito usada no setor de financiamento imobiliário ao lado dos recursos do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, foi cortada para este ano. A mais barata das linhas de crédito só irá retornar no ano que vem, o que pode ocasionar em um grande déficit para o setor de financiamento imobiliário da Caixa.

A Caixa conta com um orçamento de 84 bilhões de reais para os financiamentos imobiliários deste ano. Um total de 6,1 bilhões de reais desse dinheiro, foi destinado as linhas pró-cotista, que já teve sua cota encerrada. A boa notícia para a Caixa, é que com o corte na taxa Selic a instituição voltou a ter mais investimentos na poupança.

 

Serasa divulga que demanda por crédito cresce 9,9% no mês de agosto

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Em um novo levantamento de dados feito pela Serasa Experian, os dados apontaram que os consumidores pediram mais empréstimos no mês de agosto deste ano, comparado com o mesmo período no ano passado. Ao todo, os empréstimos registrados no mês de agosto desse ano tiveram uma alta de 9,9% comparado ao mesmo mês em 2016.

Somente neste ano, o mês de agosto registrou a quarta alta consecutiva no setor de crédito. Segundo os economistas, essa alta teve um forte impulso que foi motivado por alguns fatores, dentre eles a redução da inflação, a retomada dos empregos formalizados, e ainda a queda dos juros que atingem as linhas de crédito.

O órgão destacou que em comparação com o mês de julho também deste ano, houve um aumento de 5,9% pela procura de crédito. Já no acumulado do ano todo, o crescimento foi de 4,3%.

Em relação ao mês de agosto do ano passado, o mês também registrou a busca por empréstimos em todas as faixas de renda, inclusive as menores. Os dados divulgados pela Serasa revelaram que a maior alta por busca de empréstimos aconteceu por parte dos consumidores com renda de até R$ 500 por mês, sendo um total de 23,4% dos consumidores.

Já em relação as regiões do país, o mês de agosto registrou alta na procura por crédito em todo o Brasil, comparado ao ano de 2016. Em uma análise do acumulado do ano, a região Centro-Oeste foi a única a registrar uma queda, sendo um total de (-0,2%).

Em comparação com o mesmo período do ano de 2016, o mês de agosto registrou crescimento de 17,6% na região Nordeste, 15,9% na região Norte do país, 10% no Sudeste, 4% no Sul e 3,2% na região Centro-Oeste.

Em relação as faixas de renda, duas categorias registraram os menores índices de procura, sendo a que corresponde de R$ 5 mil a R$ 10 mil por mês, e a faixa de renda acima de R$ 10 mil por mês, as duas registraram alta de 7,8% em agosto, comparado ao ano passado. No acumulado do ano as duas faixas de renda também apresentaram os menores índices, sendo de 1,7% e de 2,3% respectivamente.