Setor industrial do país cresce e apresenta o melhor mês de julho dos últimos três anos

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a produção da indústria do país, apresentou um crescimento em julho de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado, e em relação a junho, o aumento ficou em 0,8%. O setor vem apresentando números positivos nos últimos quatro meses, sendo o melhor mês de julho dos últimos três anos, quando a taxa de aumento ficou em 1,3%. Contando com os sete meses desse ano, os números mostram um crescimento de 0,8%, e nos últimos doze meses, foi observado uma queda de 1,1% na produção.

Se a comparação for anual e sem a correção sazonal, foi o maior crescimento para o mês de julho no período de quatro anos, desde o ano de 2013, quando esse segmento cresceu cerca de 3,4%, em comparação a julho de 2012. Já em comparação a junho com a correção sazonal, o resultado foi o mais positivo para o mês desde 2009, quando esse segmento cresceu 1,4%.

De acordo com o gerente da Coordenação de Indústria do instituto, André Macedo, a indústria está apresentando uma fase de crescimento da sua capacidade de produção. A melhora do setor é evidente. Em relação ao ritmo de como vai acontecer essa melhora, isso vai ser descoberto mais tarde. Ainda que essa melhora não consiga recuperar as perdas que houveram nos últimos dois anos, pelo menos existem possibilidades de enxergar números mais positivos daqui para o futuro.

Segundo Macedo, a queda dos últimos doze meses é o 38º resultado negativo seguido, na base de comparação. Ele observou, no entanto, que o tamanho desses números negativos vem diminuindo, já que em junho do último ano, por exemplo, os números mostravam uma queda de 9,7%.

Ele ainda alertou, que essa base em que está sendo feita a comparação, ainda está muito baixa, já que a queda de 8,4% foi do período compreendido entre os meses de janeiro a julho de 2016. Apesar dos números recentes se mostrarem positivos, esse setor industrial ainda precisa de uma melhor recuperação.

Esse quadro que mostra os quatro meses seguidos com números positivos, é o maior desde outubro de 2015, mas é parecido com o de março de 2009. O gerente ainda destacou, que em comparação ao  pico histórico  do estudo, a produção da indústria encontra-se 17,2% distante de junho do ano de 2013.

Orientação financeira é importante para os adultos que ainda moram com os pais

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Se você tem um filho adulto morando em casa, você não está sozinho. Atualmente, muitos dos jovens brasileiros entre 18 e 34 anos de idade vivem com seus pais. Isso é um fenômeno característico da crise econômica, mas apesar de uma leve recuperação e do mercado de trabalho ter voltado a abrir novas vagas, menos jovens adultos vivem de forma independente agora do que antes da crise.

Alguns dos motivos são sociáveis: os jovens estão se casando mais tarde e os pais acabam encorajando os filhos a viverem com eles por mais tempo. A economia também desempenha um papel: os jovens geralmente têm taxas de desemprego mais elevadas e ganham salários mais baixos. Além disso, a maioria dos graduados da faculdade têm dívidas com financiamento estudantil, o que dificulta na independência financeira.

Se você também tem filhos adultos morando com você, veja como você pode ensinar sobre finanças enquanto ajuda seu filho ou filha a se preparar para o futuro.

Incentive os bons hábitos de dinheiro

Ajude seu filho a entender a importância de criar um orçamento, isso pode ajudá-lo a se preparar melhor para assumir responsabilidades financeiras, como pagar um aluguel de imóvel.

Uma vez que ele mostre um bom gerenciamento de seu orçamento, ajude-o a desenvolver hábitos monetários mais avançados, como avaliar se deve pagar o financiamento estudantil antecipadamente ou economizar dinheiro para o futuro.

Defina regras para viver em sua casa

Enquanto seu filho mora com você, certifique-se de que ele conheça as regras básicas. Por exemplo, deixe claro se você espera que ele pague uma parcela da renda, utilidades, comida ou combustível para o carro. Fale sobre as despesas que você assume e discuta as expectativas que você tem para o ele enquanto estiver morando em casa, incluindo como ele pode ajudar com as tarefas domésticas.

Discuta sobre planos de carreira

Fale com seu filho sobre metas de carreira. Se o seu filho não tem emprego, quais são os planos para obter um? Saiba quanto tempo seu filho planeja ficar com você e certifique-se de que o prazo funcione para você.

Incentive seu filho a trabalhar em objetivos de carreira e discuta usando a oportunidade de viver em casa para que ele faça um estágio ou trabalhe em meio período. Ajude-o a entender que é importante para futuros empregadores ver o progresso em direção a objetivos de carreira.

 

Caixa não fará cortes nos juros do financiamento imobiliário 

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Após os últimos cortes que ocorreram na taxa Selic, muitos especuladores falaram em cortes nas taxas de juros para os financiamentos imobiliário da Caixa. No entanto, a Caixa Econômica Federal revelou que não haverá repasse nos juros cobrados para esse tipo de financiamento.

“Tínhamos feito um movimento no fim do ano passado de corte de juros, agora preferimos esperar um pouco”, disse Nelson Antonio de Souza, o vice-presidente do setor de habitação da Caixa.

A Caixa é atualmente o principal e maior financiador de crédito do setor imobiliário em todo o país. Mas atualmente a instituição também tem sofrido com os recuos que assombram a economia. Em março desse ano, o recolhimento total para os financiamentos imobiliários foi de 418 bilhões de reais. Uma receita aparentemente muito grande, mas a verdade é que a instituição tem passado por fortes recuos em suas principais linhas de crédito.

Um dos sinais de que isso tem ocorrido ao longo do ano, é que do começo de 2015, até o mês de julho desse ano, a Caixa registrou em sua caderneta de poupança, uma saída líquida de aproximadamente 104 bilhões de reais. O período também foi marcado por uma forte reação e interesse de investidores que viram uma oportunidade melhor que a poupança com a alta dos juros. Os dados revelaram que grande parte desse dinheiro resgatado foi aplicado em alternativas mais viáveis que a poupança, como os fundos de renda fixa.

Além disso, a Caixa anunciou que a pró-cotista, uma linha de crédito muito usada no setor de financiamento imobiliário ao lado dos recursos do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, foi cortada para este ano. A mais barata das linhas de crédito só irá retornar no ano que vem, o que pode ocasionar em um grande déficit para o setor de financiamento imobiliário da Caixa.

A Caixa conta com um orçamento de 84 bilhões de reais para os financiamentos imobiliários deste ano. Um total de 6,1 bilhões de reais desse dinheiro, foi destinado as linhas pró-cotista, que já teve sua cota encerrada. A boa notícia para a Caixa, é que com o corte na taxa Selic a instituição voltou a ter mais investimentos na poupança.

 

Serasa divulga que demanda por crédito cresce 9,9% no mês de agosto

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Em um novo levantamento de dados feito pela Serasa Experian, os dados apontaram que os consumidores pediram mais empréstimos no mês de agosto deste ano, comparado com o mesmo período no ano passado. Ao todo, os empréstimos registrados no mês de agosto desse ano tiveram uma alta de 9,9% comparado ao mesmo mês em 2016.

Somente neste ano, o mês de agosto registrou a quarta alta consecutiva no setor de crédito. Segundo os economistas, essa alta teve um forte impulso que foi motivado por alguns fatores, dentre eles a redução da inflação, a retomada dos empregos formalizados, e ainda a queda dos juros que atingem as linhas de crédito.

O órgão destacou que em comparação com o mês de julho também deste ano, houve um aumento de 5,9% pela procura de crédito. Já no acumulado do ano todo, o crescimento foi de 4,3%.

Em relação ao mês de agosto do ano passado, o mês também registrou a busca por empréstimos em todas as faixas de renda, inclusive as menores. Os dados divulgados pela Serasa revelaram que a maior alta por busca de empréstimos aconteceu por parte dos consumidores com renda de até R$ 500 por mês, sendo um total de 23,4% dos consumidores.

Já em relação as regiões do país, o mês de agosto registrou alta na procura por crédito em todo o Brasil, comparado ao ano de 2016. Em uma análise do acumulado do ano, a região Centro-Oeste foi a única a registrar uma queda, sendo um total de (-0,2%).

Em comparação com o mesmo período do ano de 2016, o mês de agosto registrou crescimento de 17,6% na região Nordeste, 15,9% na região Norte do país, 10% no Sudeste, 4% no Sul e 3,2% na região Centro-Oeste.

Em relação as faixas de renda, duas categorias registraram os menores índices de procura, sendo a que corresponde de R$ 5 mil a R$ 10 mil por mês, e a faixa de renda acima de R$ 10 mil por mês, as duas registraram alta de 7,8% em agosto, comparado ao ano passado. No acumulado do ano as duas faixas de renda também apresentaram os menores índices, sendo de 1,7% e de 2,3% respectivamente.